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Aumento do Número de Mulheres no Serviço Público

segunda-feira, 9 de maio de 2011 0 comentários

Não é nenhum segredo que a competência feminina para o trabalho esteja sendo reconhecida em todos os setores da economia, mas vale a pena lembrar que algumas mulheres abriram novas portas e foram pioneiras em suas atividades.

O ingresso da mulher nas fileiras das Forças Armadas surgiu nos anos de 1980, em meio à democratização da sociedade. A primeira turma completou, no ano passado, 30 anos. Há motivos de sobra para comemoração, quando assistimos chegar ao posto de oficial do Exército a primeira indígena, Silvia Nobre Waijãpi.  

A Marinha Mercante, outro reduto masculino de outrora, já conta com mulheres oficiais de máquina e náutica. Elas representam cerca de 30% dos candidatos aprovados em concurso nos centros de instrução da Marinha Mercante, no Rio de Janeiro e em Belém. Hildelene Bahia alcançou o mais alto posto da carreira, tornando-se a primeira mulher comandante de um navio mercante. O mesmo se deu para a função de prático, uma das profissões mais bem remuneradas e de difícil acesso foi conquistada por Fernanda Letícia da Silva, no porto de Santos. Ellen Gracie foi muito festejada ao assumir o Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte do País. São muitos os exemplos. Parece até que houve uma invasão de primeiros cargos assumidos por mulheres, como o da nossa Presidente da República.

Todas elas têm em comum o fato de terem disputado, e vencido, concursos públicos. Essas mulheres viram muito além da estabilidade financeira, bom salário e plano de carreira; elas são exemplos de esforço e dedicação e abrem caminho para novas gerações. Creio que merecem justa homenagem.

Por Lucia Moreira


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Copa do Mundo e Olimpíadas – Aumento das Vagas de Emprego Público no Brasil

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A alegria e a oportunidade de sediar mega eventos esportivos no Brasil, como os Jogos Militares de 2011, a Copa do Mundo e as Olimpíadas, deixam à mostra algumas fragilidades administrativas, como por exemplo, os setores de logística, infraestrutura aérea e fiscalização. 

A forma correta de preencher tais lacunas é a realização de concursos públicos que tragam qualidade e segurança, e que possam banir, de vez, o fantasma da má gestão dos recursos públicos.

Tribunais de Contas, procuradores, analistas, auditores e demais cargos que atuam na esfera preventiva, fiscalizando as licitações e as contratações; o fortalecimento dos setores de inteligência e controle de imigração; e o acompanhamento transparente das obras necessárias, são apenas alguns exemplos que demonstram a necessidade de uma estrutura estatal à altura de nossos compromissos internacionais.

Um evento, afinal, não se faz apenas com obras, mas com pessoas. Que a Copa do Mundo e todos os eventos esportivos, que nos orgulhamos de sediar, possam significar oportunidade para aqueles que buscam a carreira pública. Que além do “caneco”, seja essa uma das boas lembranças que ficarão para todos nós. Saúde e sorte aos candidatos e atletas de todo o mundo.

Por Lucia Moreira


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